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Os Zumbis tamb?m

escutam blues (1998)

 

 

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Zumbi escutando blues



era um homem que fumava

e o mundo se resumia
àquela fumaça
que saía de seu cigarro
quando sentava na calçada
olhando o outro lado do mundo

não era fumaça branca
porque não havia paz em sua alma

e depois do último trago
tossia
três
vezes
seguidas

(mas não chorava).


(Poema inédito em livro que foi publicado no blogue do escritor Moacir Japíassu, que pode ser acessado aqui: http://www.blogstraquis.blog-se.com.br/blog/conteudo/home.asp?idblog=11383
Daqui, meus agradecimentos)



Escrito por Linaldo Guedes ?s 11h02
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A vida é feita de escolhas.

Não se pode, por exemplo, escolher o Flamengo e estar no meio da torcida do Vasco.

Ou vice-versa.

Isso é tão claro e cristalino quanto às leis da física.

Até porque, como diz a canção, não se pode assobiar e chupar cana.

Eu gosto de seguir e valorizar minhas escolhas.

Escolhi, por exemplo, o Flamengo.

E desde já, estou na torcida para que o time venca o Grêmio domingo e seja hexacampeão.



Escrito por Linaldo Guedes ?s 09h20
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SEXTA-FEIRA É DIA DE POESIA

Santa baia

contra-reforma
em teu corpo

criar sementes de amizades
e loucuras

lucidez
no mar

(em ondas perdidas no vento)

viver e amar
na baia de todos os insanos.
(Linaldo Guedes)



Escrito por Linaldo Guedes ?s 09h45
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E está chegando dezembro.

O ano a um passo de acabar.

Agora, vem as festas, confraternizações e mais confraternizações.

Hora de contabilizar perdas e ganhos.

Penso que foi um ano de vitórias.

No campo político, vi que pode se começar a acreditar na Justiça.

No campo profissional, fiz opções das quais não me arrependo.

No campo pessoal, a certeza da evolução de meu filho, a opção por morar só e arriscar vôos mais maduros e menos inconstantes; mais conscientes, acima de tudo. Também o surgimento de novas amizades, e a certeza de que a vida sempre se renova.

No campo literário, projetos em estudos para o próximo ano, textos inseridos em livros outros e a bela homenagem aos 60 anos do Correio das Artes.

Que venha dezembro, com suas festas.

Que venha 2010, com sua imprevisibilidade.



Escrito por Linaldo Guedes ?s 09h47
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RINALDO DE FERNANDES EM MINAS GERAIS
 
O escritor Rinaldo de Fernandes, que também é professor do Curso de Letras da UFPB, estará nesta sexta-feira, 26 de novembro, em Minas Gerais, fazendo uma palestra no seminário Euclides da Cunha: Cem Anos Sem, promovido pela Universidade Federal de Juiz de Fora. São os seguintes os palestrantes e os títulos dos trabalhos a serem apresentados no evento (que vai de 25 a 27/11): Daniel Piza (do jornal O Estado de S. Paulo) – “Euclides da Cunha”; Marcos Rogério Cordeiro (da UFMG) – “Euclides da Cunha e a tradição literária brasileira”; Luiz Costa Lima (da PUC-Rio) – “Os Sertões, a antropologia biológica e o nacionalismo”; Flávio René Kothe (da UnB) – “Euclides da Cunha – sintoma do cânone”; Rinaldo de Fernandes (da UFPB) – “A Canudos de Vargas Llosa”; e Aleilton Fonseca (da UEFS) – “Canudos e o Pêndulo de Euclides – novas vozes, outras viagens”. A organização do seminário depois reunirá e publicará todos os textos apresentados numa revista acadêmica. Rinaldo de Fernandes fez doutorado na Unicamp sobre o romance histórico A Guerra do Fim do Mundo, do escritor peruano Mario Vargas Llosa. Sobre Euclides da Cunha organizou, em 2002, para a Geração Editorial, de São Paulo, O Clarim e a Oração: cem anos de Os Sertões, livro que virou referência nos estudos euclidianos e que é encontrado nas boas livrarias do país. O site da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro acaba de fazer uma longa entrevista com Rinaldo de Fernandes sobre as relações entre Os Sertões e A Guerra do Fim do Mundo. A entrevista irá ar ainda esta semana no endere ço
http://www.multirio.rj.gov.br/portal/ e será postada também em breve no site de literatura www.cronopios.com.br. A entrevista foi concedida à repórter Carolina Bessa.

 



Escrito por Linaldo Guedes ?s 09h29
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“Hollywood em outras línguas – a tradução de títulos de filmes e seus problemas”

Este o título do novo livro do escritor e crítico de Cinema, João Batista de Brito.

O lançamento será quinta-feira, dia 26, às 19h30, no Zarinha Centro de Cultura, em Tambaú.

Estarei lá, com certeza.

João Batista é, para mim, um dos críticos mais coerentes e equilibrados da área de cinema em todo o país.

Tive o privilégio de contar com sua colaboração durante seis anos no Correio das Artes e sua coluna era uma das mais lidas e comentadas da revistas.

Depois do lançamento, quem sabe uma esticada nos bares da orla?



Escrito por Linaldo Guedes ?s 09h07
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Como diria Renato Russo...

Mudaram as estações, nada mudou

Mas eu sei que alguma coisa aconteceu...



Escrito por Linaldo Guedes ?s 15h24
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90 anos do Carnaval de Manuel Bandeira
 
                A FUNDARPE, a ADCE PRODUÇÕES CULTURAIS e o produtor cultural ANDRÉ CERVINSKIS promovem atividades celebrativas para os 90 anos do lançamento do segundo livro de Manuel Bandeira, Carnaval (1919). Dias 24 e 25 de novembro de 2009, às 15h, no Espaço Pasárgada, antiga casa do avô do poeta, à Rua da União, 263, Boa Vista, por trás da FUNDARPE.

Na programação, palestras, recitais poéticos e apresentações musicais, além do lançamento de dois livros em CD-RON: Bandeira em Sua Pasárgada, uma coletânea com textos das palestras e fotos alusivas aos 40 anos de morte do poeta, ocorridos ano passado; e  Líteris - Antologia de Jovens Escritores, resultado das oficinas literárias realizadas na periferia da Região Metropolitana do Recife desde 2006, que contou com o incentivo da FUNDARPE/FUNCULTURA (2007 e 2008), além da Secretaria de Patrimônio e Cultura de Olinda, através do edital da 1ª Capital Brasileira da Cultura. Esse último CD foi organizado por André Cervinskis e Raimundo Carrero, coordenadores do projeto. Com esse evento, encerra-se oficialmente o projeto 678/08 – LÍTERIS – FORMAÇÃO PARA JOVENS ESCRITORES, que promoveu oficinas literárias nas escolas públicas dos bairros do coque e da Torre, em Recife.

A importância de se estudar essa obra de Bandeira está em seu caráter iniciático. Juntamente com A Cinza das Horas (1917), Ritmo dissoluto (1924) e Libertinagem (1930), Carnaval forma o grupo de livros de experimentação na estética modernista de Manuel Bandeira, que foi considerado por Mário de Andrade como o “São João Batista do Modernismo”. A partir dessa publicação, Bandeira faz contato com o grupo modernista de São Paulo, responsável pela eclosão da Semana de Arte Moderna, três anos mais tarde. Em 1921, os artistas paulistas foram ao Rio de Janeiro, numa tentativa de estender o movimento modernista à capital federal, e, naquela ocasião, Bandeira conheceu Mário de Andrade de quem seria amigo por toda a vida.desse modo,  Carnaval foi, nas palavras do próprio autor, um livro sem unidade;plural, portanto, para o qual convergiriam alguns poemas ainda parnasianos, como se constata em seu próprio depoimento: No pretexto de que no carnaval todas as fantasias se permitem, admiti na coletânea uns fundos de gaveta, três ou quatro sonetos que não passam de pastiches parnasianas “A ceia”, “Menino”, “A morte de Pã” e mesmo “Verdes mares”, que até o Pedro Dantas, meu fã n.º 1, considera imprestável, e isto ao lado das alfinetadas dos “Sapos”(Itinerário de Pasárgada,  p. 319).

Maiores informações: André Cervinskis – 8669-0704/ 9618-4364/ 3439-9556 – acervinskis@gmail.com/ acervinskis@yahoo.com; ou ESPAÇO PASÁRGADA – 3184-3091/92.



Escrito por Linaldo Guedes ?s 09h44
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SEXTA-FEIRA É DIA DE POESIA

Boato

dizem: quando se está amando a pele fica igual a seda,
manchada, até

mancha no coração não sai, também comentam

cardiologistas procuram a cura
em bisturis que buscam cirurgias impossíveis

em vão:
feito um bicho-de-seda, o coração
se enrosca numa tênue teia de aranha
asfixiado

: procurando o bote salva-vidas
para respirar tua pele morena
(Linaldo Guedes)



Escrito por Linaldo Guedes ?s 09h52
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Agora é lei e também é proibido fumar em bares, etc, etc e etc na Paraíba.

Assim como foi feito em outros estados da federação.

Alguns bares já começam a ser visitados com mais assiduidade pelas moscas, com as ausências dos fumantes.

Enquanto isso, botecos ganham status e aumenta número de frequentadores.


Vi, dia desses, foto antiga minha no orkut do amigo Fernando Moura.

Tinha vinte e poucos anos, mas parecia bem mais velho.

De óculos tipo John Lennon, cabelos grandes e assanhados e magrérrimo.

Parecia estar muito louco, numa foto com minha grande família.

Tempos loucos aqueles.


A Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc) divulgou a programação completa para a 15ª Mostra Estadual de Teatro e Dança, que será realizada entre os dias 21 a 28 deste mês, no Teatro Santa Roza, encerrando as comemorações pelos 120 anos do teatro.

Foram classificados 44 espetáculos das cidades de João Pessoa, Areia, Itabaiana, Cajazeiras, Santa Rita, Campina Grande, Solânea, Cabedelo, Juripiranga e Lucena. Além de apresentações de teatro e dança, a mostra terá oficinas e debates.

A solenidade de abertura será no próximo sábado (21), às 18h30, seguida pela apresentação de seis espetáculos de teatro e dança no palco do teatro e no Bar dos Artistas, além de um show musical.

Vamos lá, gente.

Um poema inédito de Ademir Assunção, que gostei muito, extraído do blogue, cujo link está ai ao lado.

DUPLO
 
Eu não existe. Eu não é um outro. Ninguém
inventou a modernidade.
Nem Rimbaud, nem Whitman, nem o Batman.

Eu adorava quando você me pedia
pra segurá-la pela cintura
e puxá-la bem forte.

Golfinhos saltavam na maré da pele branca.

 
A modernidade é uma garota de lábios carnudos
chupando um sorvete de pistache.

Eu não vou entregar todos os segredos.
As obscenidades sussurradas no ouvido.
As flores vermelhas que foram pro lixo.

Os cortes nos braços serão minhas cicatrizes.
Vão se apagar. Mas lembrarei delas.
Uma por uma.

Na próxima vez que me ver no bar
me ofereça ao menos uma dose de uísque.



Escrito por Linaldo Guedes ?s 10h43
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Esses estranhos escritores     

Clotilde Tavares

Todos temos nossas esquisitices. Caetano Veloso diz que "de perto ninguém é normal", e ninguém está livre de cultivar um hábito ou uma mania estranha. Como sou escritora e também tenho minhas manias, compartilho hoje com você, meu caro leitor, algumas manias estranhas de colegas escritores.

Goethe escrevia em pé. Ele mantinha em sua casa uma escrivaninha alta. Hemingway também colocava a máquina de escrever numa prateleira da estante. E eu, durante um período de intensas dores na coluna, passei um tempo escrevendo em pé. Ainda faço isso, quando estou muito excitada com um trabalho novo e não consigo ficar sentada enquanto escrevo.

Pedro Nava aparafusava os móveis de sua casa a fim que ninguém os tirasse do lugar. Nilo Tavares (meu pai) colava os pés da mesa no chão com Araldite, pelo mesmo motivo.

Gilberto Freyre não sabia ligar sequer uma televisão. Todas as obras foram escritas a bico-de-pena, como o mais extenso de seus livros, Ordem e Progresso, de 703 páginas.

Aluísio de Azevedo, antes de escrever seus romances, desenhava e pintava, sobre papelão, as personagens principais, mantendo-as em sua mesa de trabalho, enquanto escrevia. Já Carlos Drummond de Andrade imitava com perfeição a assinatura dos outros. Falsificou a do chefe durante anos para lhe poupar trabalho. Ninguém nunca notou.

Érico Veríssimo era quase tão taciturno quanto o filho Luís Fernando, também escritor. Numa viagem de trem a Cruz Alta, Érico fez uma pergunta que o filho respondeu quatro horas depois, quando chegavam à estação final. Monteiro Lobato adorava café com farinha de milho, rapadura e içá torrado (a bolinha traseira da formiga tanajura), além de Biotônico Fontoura. "Para ele, era licor", diverte-se Joyce, a neta do escritor.

Manuel Bandeira sempre se gabou de um encontro com Machado de Assis, aos dez anos, numa viagem de trem. Puxou conversa: "O senhor gosta de Camões?" Bandeira recitou uma oitava de Os Lusíadas que o mestre não lembrava. Na velhice, confessou: era mentira. Tinha inventado a história para impressionar os amigos.

Jorge Amado para autorizar a adaptação de Gabriela para a tevê, impôs que o papel principal fosse dado a Sônia Braga. "Por quê?", perguntavam os jornalistas, Jorge respondeu: "O motivo é simples: nós somos amantes." Ficou todo mundo de boca aberta. O clima ficou mais pesado quando Sônia apareceu. Mas ele se levantou e, muito formal disse: "Muito prazer, encantado." Era piada. Os dois nem se conheciam até então.

JORNALISTA, ESCRITORA E ESCREVE ÀS QUARTAS-FEIRAS NESTA COLUNA
clonews@digi.com.br

(Artigo publicado no jornal A União, edição de 18.11.09)



Escrito por Linaldo Guedes ?s 10h33
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Ando meio nômade, ultimamente.

Dividido entre Jaguaribe, Jardim Planalto e Bessa.

Na mala do carro, sempre sobra espaço para um sacola com roupas e outras cositas necessárias no dia-a-dia.

Alguns podem achar chato, essa vida de cigano.

Feito Polyana, procuro sempre o lado positivo, que, penso, é não criar raízes.

E extrair o melhor de cada bairro. Em Jaguaribe, a calma, o silêncio, a nostalgia da infância transformada em tranquilidade; no Jardim Planalto, a companhia da família, a lembrança do pai, o carinho da mãe; no Bessa, a brisa morena que traz paixão e provoca novos futuros.

Assim, o zumbi pode estar em todos os lugares e não estar em nenhum.

O que faz com que a poesia tenha várias traduções e se filie a todas as anti-escolas literárias.



Escrito por Linaldo Guedes ?s 10h07
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Crack

Heitor Brasileiro

Não havia mais
caminho


uma pedra.

Poema de Heitor Brasileiro que integra a coletânea “Diálogos – Panorama da nova poesia grapiúna!, organizada pelo poeta Gustavo Felicíssimo e que reúne poetas baianos.

Entre os nomes que integram a coletânea estão, além de Heitor, Édson Cruz, Noélia Estrela, Piligra, George Pellegrini, Rita Santana, Fabrício Brandão, Daniela Galdino, Mither Amorim e Geraldo Lavigne.

Muito bem editada, a coletânea nos dá um apanhado da nova poesia baiana.
Vale conferir, sim.



Escrito por Linaldo Guedes ?s 09h54
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SEXTA-FEIRA É DIA DE POESIA

Adulta infância

bumba-meu-boi
rasga mortalha
cuca
bicho papão
o homem do saco
sombras na parede...

tanto medo aos 12
aos 40, medo só de seus olhos de graúna.
(Linaldo Guedes)



Escrito por Linaldo Guedes ?s 09h04
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MUITA bonita a homenagem aos 120 anos do Teatro Santa Roza, ontem à noite.

Os mini-shows de Beto Brito, Pinto do Acordeon, Orquestra Sinfônica, Ana Gouveia e Renata Arruda deram conta do recado.

A Orquestra, pra variar, foi a estrela da noite, tocando de Tchaikowski a Ravel, passando pela música popular.

Gostei particulamente de Pinto do Acordeon e Beto Brito, além da orquestra, claro. Renata Arruda pareceu nervosa ao tocar pela primeira vez com uma orquestra sinfônica.

Mas, óbvio, são minhas opiniões. E só.

No mais, o Santa Roza é nosso templo cultural, sim.

Ontem, o teatro estava lotado, mas é de se lamentar a ausência de jornalistas ao evento, fora os que estavam fazendo a cobertura profissional.

Como disse uma amiga, foi-se o tempo em que os eventos culturais da cidade ficavam lotados de jornalistas.

Hoje, a turma parece querer saber apenas dos modismos musicais ou das boates.

 

TAMBÉM foi bacana a homenagem a Astier Basílio, no Café Verso e Prosa de Susy Lopes.

Talvez um dos melhores saraus do evento.

Participativo, envolvente e com um grande astral.

Detalhe: a turma de teatro compareceu em peso para prestigiar o evento.

Já a turma de Literatura, fora um ou dois gatos pingados, nem nem...

É que nossos literatas só prestigiam lançamentos de livros e às vezes esquecem que saraus como esses são bacanas pela oportunidade de reencontrar amigos, jogar conversa fora e se divertir mesmo, enfim.



Escrito por Linaldo Guedes ?s 10h14
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